Biografia
WrayGunn
A fusão de estilos, com especial destaque para inspirações vindas do blues e de sons de rock puramente americanos, ao mesmo tempo complementados por influências de estilos tão diversos como o hip-hop ou o funk, esta poderá ser uma das definições possíveis para o som criado pelos portugueses Wray Gunn. A designação escolhida surgiu da combinação entre o nome do músico Link Wray e o nome do personagem Peter Gunn, imortalizado na composição de Henry Mancini. Paulo Furtado(guitarra) é o protagonista do colectivo, depois de ter partilhado ao lado dos Tédio Boys um caminho singular que o levou até aos Estados Unidos da América. As viagens americanas de Furtado serão talvez a influência maior dos Gunn, podendo ser ouvidos nos acordes das guitarras claras evocações das raízes mais marcantes da música americana. Os Wray Gunn contam ainda com a participação do DJ Francisco Correia, de Sérgio Cardoso no baixo, Pedro Pinto na bateria, Luís Pedro Madeira nas teclas, e ainda com as vozes de Raquel Ralha e Miguel Pinheiro. O ano de 1999 foi o escolhido para a edição do primeiro registo dos Wray Gunn. "Amateur", um EP que, com seis temas, trouxe pela primeira vez à luz do dia as criações arrojadas dos Gunn, que logo conquistaram uma consistente legião de seguidores. Dois anos passados, apareceu no mercado o primeiro longa duração. "Soul Jam" editado em 2001 confirmou os WrayGunn como um nome a reter no panorama rock nacional. Três anos depois de "..Jam", os WrayGunn regressaram com "Eclesiastes 1:11".
Com o contributo de Selma Uamusse nos coros e, de forma pontual, nas vocalizações principais, os WrayGunn ganham um som vincadamente mais negro, com um toque mais forte de gospel e de soul. "L' Art Brut", de 2012, segue o mesmo trilho do seu antecessor, "Shangri-La" (de 2007).
Mário Mesquita Borges
Com o contributo de Selma Uamusse nos coros e, de forma pontual, nas vocalizações principais, os WrayGunn ganham um som vincadamente mais negro, com um toque mais forte de gospel e de soul. "L' Art Brut", de 2012, segue o mesmo trilho do seu antecessor, "Shangri-La" (de 2007).
Mário Mesquita Borges








































[{B}upload{B}w{B}][200X200].jpg)

